A idéia do nosso grupo é utilizar uma árvore como um meio de conectar as pessoas de Bichinho.
sábado, 30 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Inhotim: Adriana Varejão
Adriana Varejão nasceu em 1964 no Rio de Janeiro e tem se consagrado por suas obras comtemporâneas. Realizou sua primeira exposição individual em 1988. Participou de importantes Bienais como Veneza e São paulo e sua obra já foi mostrada em grandes instituições internacionais como Moma (NY), Fundação Cartier em Paris, Centro Cultural de Belém em Lisboa e Hara Museum em Tóquio. Em 2008 , foi inaugurado um pavilhão Centro de obras Contemporâneas Inhotim com suas obras em Minas Geraiso. Adriana está presente em acervos de importantes instituições, entre elas Tate Modern em Londres, Fundação Cartier (Paris), Stedelijk Museum (Amsterdã), Guggenheim (Nova Iorque) e Hara Museum (Tóquio). Através da releitura de elementos visuais incorporados à cultura brasileira pela colonização, como a pintura de azulejos portuguêses, ou a referência à crueza e agressividade da matéria nos trabalhos com “carne”, a artista discute relaçõe paradoxais entre sensualidade e dor, violência e exuberância.
Ao vivo a obra é ainda mais fascinante. A textura e a dispocição das obras foram muito bem escolhidas e o ambiente criado aumenta o efeito das obras, por ser um lugar frio e minimalista. O prédio onde a obra está é maravilhoso. Ao olhar de longe achamos que os lagos são superfícies como qualquer outra, até que quando chegamos perto vemos peixes e pecebemos que é um lago, o que engrandece ainda mais o trabalho realiazado por ela. Além de Inhotim ser maravilhoso e acolhedor todas as obras são únicas. Cada trabalho explora uma sensibilidade diferente, e dentro de todas sempre havia uma surpresa, um olhar diferente.
Entrada do prédio
Obras
Ao vivo a obra é ainda mais fascinante. A textura e a dispocição das obras foram muito bem escolhidas e o ambiente criado aumenta o efeito das obras, por ser um lugar frio e minimalista. O prédio onde a obra está é maravilhoso. Ao olhar de longe achamos que os lagos são superfícies como qualquer outra, até que quando chegamos perto vemos peixes e pecebemos que é um lago, o que engrandece ainda mais o trabalho realiazado por ela. Além de Inhotim ser maravilhoso e acolhedor todas as obras são únicas. Cada trabalho explora uma sensibilidade diferente, e dentro de todas sempre havia uma surpresa, um olhar diferente.
Entrada do prédio
Obras
Visita ao complexo da Pampulha.
Sempre que passava pela Pampulha as casas me chamavam mais atenção do que qualquer coisa, então o Museu e a Casa do Baile sempre ficavam em segundo plano. Após visitar esses lugares com a faculdade, mais do que vê-los eu os enxerguei, e confesso que senti um pouco de culpa por nunca ter dado a devida atenção a eles.
Pude perceber como Oscar Niemeyer fugiu de um padrão ao criar o complexo da Pampulha, inovando ao misturar curvas e retas, vidro e concreto, materias diferentes, unir o público ao privado e usar o jardim como uma moldura para suas criaçãoes, e não apenas como um complemento.
Entendi melhor os conceitos após a leitura do livro Lições de Arquitetura do Herman Hertzberger, como a parte da interação do público e do privado, o uso do vidro, intervalo, e irregularidades, e a relação do antigo cassino com a Vila Saboia de Le Corbusier.
Museu da Pampulha (Antigo Cassino)
Vila Saboia Le Corbusier
O que mais chamou a minha atenção no Museu foi o uso de azulejos na fachada posterior, pois quando pensamos em azulejos logo vem a imagem de uma cozinha, mas Niemeyer soube usar este artifício de forma inteligente, fazendo com que todos detalhes ficassem harmônicos.
Também fomos a Casa do Baile, e o que me impressionou foi que ela parece ser a mais "futurista" das construções. Nela também ha utilização de vidros, curvas, retas, materiais diversificados, e os mesmos azulejos do Museu. Gostei bastante de como Niemeyer "escondeu" a área de serviços e os banheiros na construção.Imagino o quanto deveria ser maravilhoso frequentar tanto a Casa do Baile, quanto o Cassino na época de suas inaugurações.
Vista noturna
Pude perceber como Oscar Niemeyer fugiu de um padrão ao criar o complexo da Pampulha, inovando ao misturar curvas e retas, vidro e concreto, materias diferentes, unir o público ao privado e usar o jardim como uma moldura para suas criaçãoes, e não apenas como um complemento.
Entendi melhor os conceitos após a leitura do livro Lições de Arquitetura do Herman Hertzberger, como a parte da interação do público e do privado, o uso do vidro, intervalo, e irregularidades, e a relação do antigo cassino com a Vila Saboia de Le Corbusier.
Museu da Pampulha (Antigo Cassino)
Vila Saboia Le Corbusier
O que mais chamou a minha atenção no Museu foi o uso de azulejos na fachada posterior, pois quando pensamos em azulejos logo vem a imagem de uma cozinha, mas Niemeyer soube usar este artifício de forma inteligente, fazendo com que todos detalhes ficassem harmônicos.
Também fomos a Casa do Baile, e o que me impressionou foi que ela parece ser a mais "futurista" das construções. Nela também ha utilização de vidros, curvas, retas, materiais diversificados, e os mesmos azulejos do Museu. Gostei bastante de como Niemeyer "escondeu" a área de serviços e os banheiros na construção.Imagino o quanto deveria ser maravilhoso frequentar tanto a Casa do Baile, quanto o Cassino na época de suas inaugurações.
Vista noturna
sábado, 23 de abril de 2011
Croquis
Posso dizer, sem sombra de dúvida, que para mim uma das melhores coisas em Bichinho foi o workshop de desenho. Sempre gostei muito de desenhar, porém nunca aprendi técnica alguma. Na hora não compreendi o porque de ficar tateando os locais escolhidos pelos colegas, mas, agora, quando vou desenhar qualquer coisa espero poder tatear para sentir sua textura e seus detalhes que muitas vezes passam despercebidos aos olhos.
Lógico que ainda tenho muito para aprender e quero aprender mais técnicas, mas estou contente com meus croquis, principalmente por serem meus primeiros.
Lógico que ainda tenho muito para aprender e quero aprender mais técnicas, mas estou contente com meus croquis, principalmente por serem meus primeiros.
Lugar da intervenção em Bichinho
A princípio a idéia da intervenção era criar uma "árvore-facebook", na qual os moradores pudessem deixar recados para outros moradores. Assim, procuramos uma árvore que ficasse no "centro" da cidade, que fosse bem bonita e que não prejudicasse nenhuma moradia. A árvore escolhida fica do lado direito da praça da Igreja em frente a uma loja.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
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