quarta-feira, 30 de março de 2011

Performance artística

Performance artistica é uma modalidade de manifestação artística interdisciplinar que pode combinar teatro, música, poesia ou vídeo. É característica da segunda metade do século XX, mas suas origens estão ligadas aos movimentos de vanguarda (dadaísmo, futurismo, Bauhaus, etc.) do início do século passado.

Links com performances artísticas:
http://www.infraction.info/liens/festivals.html
http://www.liveaction.se/

Links com performances artísticas voltadas para a arquitetura
http://lifebetweenbuildings.tumblr.com/
http://architectureandarts.tumblr.com/
http://quartoesala.etc.br/
http://delightbydesign.blogspot.com/

Algumas fotos de idéias de projetos para Bichinho:







domingo, 27 de março de 2011

Pesquisa para aula de 28/03/2011 (parte 3)

Flashmob

Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.

Flashmob Microcamp São Paulo - SP

O primeiro flash mob foi organizado via e-mail (com o endereço themobproject@yahoo.com, criado para este fim), pelo jornalista Bill Wasik, em Manhattan. Mandando o e-mail para 40 ou 50 amigos (de maneira que eles não soubessem que o evento fora planejado pelo próprio jornalista), Bill convidou as pessoas a aparecerem em frente à loja de acessórios femininos Claire’s Acessories. Segundo ele, "A ideia era de que as próprias pessoas se tornassem o show e que, apenas respondendo a este e-mail aleatório, essas pessoas criassem algo" em um mob anônimo e sem liderança.
No entanto, a loja foi avisada antes do acontecimento e a polícia foi acionada, evitando que as pessoas ficassem na frente da loja, frustrando os planos do primeiro mob.
O segundo mob aconteceu em 3 de junho de 2003, na loja de departamentos Macy's. Wasik e amigos distribuiram flyers para pessoas que passavam nas ruas, indicando quatro bares em Manhattan, onde elas receberam instruções adicionais sobre o caráter e o lugar do evento, minutos antes do seu início. – para evitar o mesmo problema que ocorreu com o primeiro.
Mais de 100 pessoas juntaram-se no 9º andar de tapetes da loja de departamento, reunindo-se em volta de um tapete caro. Qualquer um aproximado por um vendedor foi avisado a falar que as pessoas reunidas no andar viviam juntas em um depósito nos arredores de Nova York, que estavam procurando por um “tapete do amor” e que todos faziam suas decisões de compra em grupo.

Pesquisa para a aula de 28/03/2011 (parte 2)

Flaneur (Baudelaire)
O termo flâneur  vem do francês flâneur substantivo masculino, que tem o significado básico de "andarilho", "vadio", que por sua vez vem do verbo francês flaner, que significa "para passear". Charles Baudelaire desenvolveu um significado derivado do flâneur, de que "uma pessoa que caminha pela cidade a fim de experimentá-la". Por causa do uso do termo e teorização por Baudelaire e muitos pensadores nos domínios económico, cultural, literário e histórico, a idéia do flâneur acumulou significado importante como um referencial para a compreensão de fenômenos urbanos e modernidade.
Flâneur não se limita a alguém a cometer o ato físico de  passeio, mas também pode incluir um "caminho filosófico completo de viver e pensar", e um processo de navegar erudição, como descrito pelo ensaio de Nassim Nicholas Taleb sobre "por que eu caminho "na segunda edição do The Black Swan (2010)
Wikipédia - Tradução Livre

Pesquisa para a aula de 28/03/2011 (parte 1)

Parkour

Parkour (por vezes abreviado como PK) ou l'art du déplacement (em português: arte do deslocamento) é uma atividade cujo princípio é mover-se de um ponto a outro o mais rápido e eficientemente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Criado para ajudar a superar obstáculos de qualquer natureza no ambiente circundante — desde galhos e pedras até grades e paredes de concreto — e pode ser praticado em áreas rurais e urbanas. Homens que praticam parkour são reconhecidos como traceur e mulheres como traceuses.
O parkour foi criado na França, em Sarcelles, Lisses and Evry por David Belle, na realidade não se sabe ao certo quem criou o Parkour, pois desde o homem-primitivo já era necessário um método de locomoção rápido e prático, para fugir, perseguir, conseguir alimento, entre outros...
Blog  de praticantes brasileiros: http://www.leparkourbrasil.blogger.com.br/
Site oficial: http://www.parkourbrazil.com/
"o praticante do jogo interior do Parkour atribui valor á arte da concentração relaxada. Acima de tudo, a outras capacidades... Ele aponta a um tipo de performance espontânea que ocorre apenas quando a mente está calma e parece estar em sintonia com o corpo, que por sua vez encontra maneiras de ultrapassar os seus limites, uma e outra vez... O praticante do jogo interior do Parkour impõe uma vontade de vencer que desbloqueia a sua energia, e nunca é desencorajado na derrota".
Autor: Blane
Tradução: parkour.pt - Staffs 
Publicado: Julho 2008

Deriva (Teoria da deriva - Internacional Situacionista)

A teoria da deriva é um dos trabalhos de autoria do pensador situacionista Guy Debord. Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.
A deriva é um procedimento de estudo psicogeográfico – estudar as ações do ambiente urbano nas condições psíquicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos. É sempre interessante construir um mapa do percurso traçado, esse mapa deve acompanhar anotações que irão indicar quais as motivações que construiu determinado traçado. É pensar por que motivo dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita... Em fim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não.
Essas idéias, formuladas pela Internacional Situacionista entre as décadas de 1950 e 1970, levam em conta que o meio urbano em que vivemos é um potencializador da situação de exploração vivida. Sendo assim torna-se necessário inverter esta perspectiva, tornando a cidade um espaço para a libertação do ser humano.
A deriva tem Guy Debord como um dos seus maiores entusiastas e estudiosos. Este autor formulou o início da Teoria da Deriva em 1958 e publicou na então Revista Internacional Situacionista. Desde então estudiosos, acadêmicos ou não, experimentam esse procedimento com interesses que vão deste simples estudos de uma cidade até a elaboração de dissertações e teses. Atualmente muitas pessoas que estudam geografia urbana, e muitos coletivos que questionam a urbanização experimentam a deriva como forma de estudo e de práxis política.

"De forma antagônica à crença dos arquitetos modernos de que a arquitetura e o urbanismo poderiam mudar a sociedade, os situacionistas acreditavam que a própria sociedade deveria mudar a arquitetura e o urbanismo. A Internacional Situacionista das décadas de 1950 até 1970 estabelecia que a cidade deveria ser um espaço para a libertação do ser humano.
A Teoria da Deriva, por sua vez, estuda os efeitos do meio urbano no psicológico das pessoas, ou seja, por que motivos elas tomam determinados caminhos, porque buscam certos espaços, etc. A deriva analisa os efeitos do meio urbano nas condiçoes emocionais e psicológicas do ser humano e seu grande objetivo é transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade, de forma que esta última se torne um total onde todos os indivíduos que a compõem são agentes construtores. Essa teoria foi inicialmente formulada em 1958 por um de seus maiores estudiosos: Guy Debord."
Alice Queiroz

quarta-feira, 23 de março de 2011

2ª vez...

Continuei com a idéia de mostrar o Henrique como uma pessoa de várias faces. Mas, resolvi mudar a abordagem desta idéia. Desta vez eu usei uma foto do Henrique na qual ele não está com uma expressão muito definida e usei o filtro de Patchwork do Photoshop Adobe CS3. Assim, o rosto do Henrique fica meio disforme e podemos enxergar qualquer expressão em sua face.
Também resolvi fazer mais uma foto do Henrique, mas dessa vez fiz uma nova proposta.
Usei o Photoshop do meu celular desta vez.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Henriques

Quando conheci o Henrique pensei que ele fosse um menino tímido, depois percebi que é um menino comunicativo, atencioso, prestativo e bem inteligente. Por isso, resolvi fazer essa foto que representa os "vários" Henriques. Como quis o representar de diversas maneiras, usei fotos variadas com expressões faciais variadas. O que mais me chamou a atenção foi seu cabelo, por isso ele recebe destaque na foto. Pena que cortaram o cabelo quando ele passou no Vestibular. Como ele já viajou pela Europa, e sei que isso o marcou bastante, resolvi usar somente as fotos das suas viagens.Espero que gostem.